Ouvir rádio

Pausar rádio

Offline
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/10573/slider/077454995da88d3ecb84aa318128b15b.jpeg
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/10573/slider/95d7f893256d0be21e5be03b4ef4ca5f.jpeg
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/10573/slider/4e1fe491f7134fbf540d353a8e8e6334.jpeg
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/10573/slider/4976f7025d59e2fc6b95543e78d4609f.jpeg
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/10573/slider/edb07cfcf807e47063fd1db307723d07.jpeg
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/10573/slider/961648b5b4ae44bad136d0347ed82ede.jpeg
Operação Ifrit investiga tráfico internacional de drogas em 7 estados
Organização criminosa seria ligada ao PCC e ao PGC
Radioagência Nacional - Por Renato Ribeiro
Publicado em 04/11/2026 15:09
ATUALIDADES
© Polícia Federal/divulgação

A Polícia Federal e a Receita Federal cumprem, nesta quarta-feira (4), mais de 100 mandados contra uma organização criminosa investigada por tráfico internacional de drogas, armas e lavagem de dinheiro.

O grupo seria ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Primeiro Grupo Catarinense (PGC). 

A organização, considerada ultraviolenta, é suspeita de movimentar mais de R$ 500 milhões em apenas dois anos.

A Operação Ifrit cumpre 26 mandados de prisão e 76 de busca e apreensão em sete estados: Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Goiás e Rondônia.

Além disso, três policiais civis foram afastados dos cargos, e outras três pessoas passaram a usar tornozeleira eletrônica.

Até o momento, as equipes apreenderam armas, munições, joias, dinheiro e documentos.

Segundo a PF, a organização é liderada por uma família associada a outros grupos criminosos.

Entre os integrantes, estavam policiais civis e militares de Mato Grosso do Sul, além de um policial rodoviário federal.

A PF aponta a prática de crimes violentos, como sequestros, torturas, atentados e homicídios.

A investigação também identificou o uso de armamento, estruturas de apoio e veículos blindados para exercer controle territorial e intimidar rivais.

A organização atuava principalmente na região de fronteira entre Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, e Pedro Juan Caballero, no Paraguai, com ramificações em outros estados.

As drogas e as armas eram obtidas na Bolívia, no Peru e no Paraguai.

O material abastecia redes de distribuição no Brasil e rotas de tráfico de entorpecentes na Europa, especialmente na Espanha e em Portugal.

Fonte: Radioagência Nacional
Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Radioagência Nacional.
Comentários